EC Edilson Catete Engenheiro Eletricista
Ilustração da verticalização de São Paulo com torres e subestação urbana
Enel São Paulo · prédio, condomínio e retrofit

Engenheiro eletricista em São Paulo

Laudo com ART, retrofit de instalação antiga, subestação e projeto no padrão Enel São Paulo, para o parque de edifícios que a cidade tem.

A cidade mais vertical do país

Engenharia elétrica em São Paulo

São Paulo tem o maior parque de edifícios do país, e boa parte dele é antiga. Essa é a característica que define o trabalho elétrico na capital: não é obra nova, é instalação existente que envelheceu sob carga crescente.

O prédio foi projetado nos anos 70 ou 80 para uma realidade sem ar-condicionado em todas as unidades, sem eletrônica em cada cômodo e, evidentemente, sem carregador de carro elétrico na garagem. Tudo isso foi somado depois, uma unidade por vez, sem ninguém recalcular o conjunto.

O que chega daqui, então, é laudo, retrofit e cálculo de demanda. Síndico com exigência de seguradora. Condomínio querendo instalar carregador e sem saber se a entrada aguenta. Prédio comercial que precisa renovar o alvará do bombeiro. E, com frequência, instalação que vive desarmando e cuja solução virou trocar o disjuntor por um maior, que é exatamente o contrário do que deveria ser feito.

O detalhe que trava processo

Em a capital quem distribui é a Enel São Paulo

Parece detalhe burocrático e não é. O padrão de entrada de energia é norma da própria concessionária, não da ABNT. A NBR 5410 diz como a instalação interna tem que ser; a Enel São Paulo diz como o ponto de entrega dela tem que ser, e os dois documentos precisam conversar.

São Paulo é o estado com mais distribuidoras do país, sete no total. Na capital e na região metropolitana quem atende é a Enel São Paulo, e é o padrão dela que rege a entrada de energia do seu imóvel.

  • O formato do projeto e a documentação que a concessionária aceita para analisar.
  • A caixa de medição, o ramal e a proteção geral, que seguem o padrão dela.
  • O caminho do pedido de aumento de carga e de entrada em média tensão.
  • O parecer de acesso, quando existe geração solar no local.
Disjuntor maior não é solução

Disjuntor existe para proteger o cabo, não para parar de desarmar. Trocar por um de corrente maior sem recalcular a seção do condutor remove a proteção e deixa o cabo aquecendo dentro da parede. É das coisas mais perigosas que se faz em instalação predial, e é das mais comuns.

O que eu faço em São Paulo

Serviços de engenharia elétrica

Todos saem com ART registrada no CREA, no nome de um engenheiro que você confere no site do conselho.

Laudo e retrofit

Prédio projetado para uma carga que não existe mais. O laudo mede o que está lá hoje e separa o que é risco imediato do que é não conformidade a corrigir com calma.

Ver laudo técnico

Cálculo de demanda do condomínio

Antes de aprovar obra em assembleia, saber o que a entrada aguenta. A resposta decide entre correção pontual, reforço e subestação.

Ver subestação

Carregador na garagem

Carga contínua e alta num prédio inteiro ligado. Infraestrutura prevista com cálculo evita o improviso que vira problema depois.

Ver carregadores VE
Como o trabalho acontece

Condomínio: a ordem que economiza

Em edifício, quase tudo que fica caro ficou caro porque a obra começou antes do diagnóstico. A sequência que funciona:

  • Laudo da instalação existente, com medição de aterramento, teste dos DR, ensaio de isolamento e conferência de cada proteção contra o cabo que ela protege.
  • Cálculo de demanda real, considerando o que foi somado ao longo dos anos e o que ainda vai entrar.
  • Decisão com número na mão: correção pontual, reforço de entrada ou subestação própria. As três têm custos muito diferentes.
  • Projeto e ART do que for decidido, no padrão que a Enel analisa, mais a assembleia instruída com documento técnico em vez de orçamento de fornecedor.

Laudo antes de obra parece atraso e é economia. O documento também serve ao síndico como defesa: decisão de assembleia apoiada em laudo com ART é outra conversa.

Dúvidas frequentes

São Paulo: o que costumam me perguntar

Se o pedido veio do síndico ou da seguradora, manda o texto da exigência. É ele que define o documento certo.

Por laudo, não por orçamento de obra. Edifício dessa época foi construído para uma carga que não existe mais, e nele aparecem três coisas com frequência: ausência de condutor de proteção, aterramento precário ou inexistente e disjuntor desproporcional à seção do cabo. O laudo mede, separa o que é risco imediato do que é não conformidade a corrigir com calma, e evita que o condomínio gaste com obra que não era necessária.

Não necessariamente, e escrever para o destinatário errado é o motivo mais comum de documento devolvido. Seguradora, corpo de bombeiros, auditoria e processo judicial pedem recortes diferentes. Me diga para quem o documento vai, de preferência com a exigência por escrito, e eu escrevo para esse destinatário.

Quase sempre é, mas quase nunca do jeito que parece. Carregador é carga contínua e alta, e a pergunta não é se cabe uma tomada, é o que a entrada do prédio aguenta com todos os outros apartamentos ligados. Isso se responde com cálculo de demanda e medição, antes de comprar equipamento.

Projeto, memorial e ART saem à distância sem perder nada: o cálculo é o mesmo e a ART é registrada no CREA igual. Laudo exige vistoria presencial, porque não existe laudo honesto feito por foto, e nesses casos o deslocamento aparece separado no orçamento, antes de você aceitar.

Região atendida

Também atendo em São Paulo

As outras cidades de São Paulo com página própria, mais a página do estado. Capital é Enel, Taubaté é EDP e Queluz é Elektro.

Vamos começar

Precisa de engenheiro eletricista em São Paulo?

Condomínio, prédio comercial ou obra. Me diga para quem o documento vai e eu digo o que ele precisa ter, com a ART registrada.