EC Edilson Catete Engenheiro Eletricista
Ilustração de Londrina com lavouras em curva de nível, cidade e linha de transmissão
CREA-PR 28.523/D · registrado desde 1995

Engenheiro eletricista em Londrina

Projeto, laudo com ART, SPDA em armazém e silo, e subestação no padrão Copel, para o agro, a indústria e o comércio do norte do Paraná.

Agro, indústria e comércio

Engenharia elétrica em Londrina

Londrina é o centro de uma das regiões agrícolas mais produtivas do país, e isso define o tipo de problema elétrico que aparece. Não é projeto de apartamento: é carga alta em área rural extensa, com ramais longos e estruturas isoladas.

Ramal longo significa queda de tensão, que é a causa silenciosa por trás de boa parte do que chega como "a energia aqui é ruim": motor que aquece, bomba que não parte direito, secador que não rende, eletrônico que queima sem explicação. É problema de cálculo, não de reclamação.

E estrutura isolada em terreno aberto, com cobertura metálica e material inflamável dentro, é exatamente a geometria que mais capta descarga atmosférica. Por isso SPDA em armazém e silo é dos serviços mais pedidos aqui, junto com subestação e correção de fator de potência.

O detalhe que trava processo

Em Londrina quem distribui é a Copel

Parece detalhe burocrático e não é. O padrão de entrada de energia é norma da própria concessionária, não da ABNT. A NBR 5410 diz como a instalação interna tem que ser; a Copel diz como o ponto de entrega dela tem que ser, e os dois documentos precisam conversar.

No Paraná isso tem nome e número: são as NTC, as normas técnicas da Copel. Elas definem a entrada, a caixa de medição, o ramal e o conteúdo que o projeto precisa ter para ser aprovado. O erro mais comum é montar tudo pela NBR 5410 e protocolar sem olhar a NTC.

  • O formato do projeto e a documentação que a concessionária aceita para analisar.
  • A caixa de medição, o ramal e a proteção geral, que seguem o padrão dela.
  • O caminho do pedido de aumento de carga e de entrada em média tensão.
  • O parecer de acesso, quando existe geração solar no local.
O que eu faço em Londrina

Serviços de engenharia elétrica

Todos saem com ART registrada no CREA, no nome de um engenheiro que você confere no site do conselho.

SPDA em armazém e silo

Estrutura isolada, cobertura metálica ampla e conteúdo inflamável reúnem os fatores que mais pesam no cálculo da NBR 5419. Raramente o gerenciamento de risco dispensa.

Ver SPDA

Subestação para o agro

Secador, resfriador e irrigação puxando junto costumam passar do limite de baixa tensão. O cálculo de demanda decide antes de orçar obra.

Ver subestação

Energia solar no campo

Operação que consome de dia aproveita muito mais cada kWh gerado desde a Lei 14.300. Dimensionamento pelo seu histórico, não por média.

Ver energia solar
Como o trabalho acontece

Antes de investir no agro

Operação agrícola parada custa por safra, não por hora, e isso muda a ordem das decisões. O que eu sempre separo primeiro:

  • É queda de tensão? Então o problema é o ramal e o dimensionamento, e trocar equipamento não resolve.
  • É fator de potência? Abaixo de 0,92 a fatura cobra reativo excedente, e a correção com banco de capacitores costuma se pagar rápido. Começa pela fatura, não pela obra.
  • É limite de capacidade? Aí o cálculo de demanda diz se o caso é reforço de entrada ou subestação própria.
  • É proteção contra descarga? Começa pelo gerenciamento de risco da parte 2 da NBR 5419, não pela escolha do captor.

As quatro têm custos em ordens de grandeza diferentes. Confundi-las é o que faz produtor investir em obra para resolver um problema de ajuste.

Dúvidas frequentes

Londrina: o que costumam me perguntar

Se o assunto é armazém, secador ou irrigação, manda a fatura e a potência instalada. São os dois números que abrem qualquer conta.

Quem decide é o cálculo, não o palpite, mas armazém e silo reúnem justamente os fatores que pesam no gerenciamento de risco da NBR 5419: ficam isolados em terreno aberto, o que aumenta a área de captação, têm cobertura metálica ampla e guardam material que não pode pegar fogo. Na prática, raramente o cálculo dispensa.

Nem sempre, e vale descobrir antes de reclamar. Em propriedade rural as três causas mais comuns são queda de tensão por ramal longo, aterramento precário e ausência de proteção contra surto. As três são diagnosticáveis com medição. O laudo diz qual é, e também diz se a correção é sua ou é pedido formal à concessionária.

Costuma compensar mais que na cidade, por um motivo específico. Desde a Lei 14.300, consumir na hora em que o sistema gera vale mais do que injetar, porque a energia compensada paga uma parcela do Fio B, que está em 60% em 2026. Operação com irrigação, secador, resfriador ou bomba funcionando de dia aproveita muito melhor cada kWh gerado.

Raramente é defeito da proteção. Quase sempre é carga somada ao longo dos anos sem recalcular, fator de potência baixo ou partida de motor puxando mais do que a entrada aguenta. O caminho é medir antes de trocar qualquer coisa, e aí o cálculo de demanda diz se o caso é ajuste, reforço de entrada ou subestação.

Região atendida

Também atendo no Paraná

As outras cidades do Paraná com página própria, mais a página do estado. Mesma distribuidora, perfis econômicos bem diferentes.

Vamos começar

Precisa de engenheiro eletricista em Londrina?

Agro, indústria ou comércio. Me manda a situação e, se for carga ou custo, a fatura junto. A ART vai na entrega.