Automação, aqui, não é tecnologia por tecnologia. É resolver três problemas que aparecem sempre: máquina que para quando não podia, processo que depende de alguém lembrar de apertar o botão na hora certa, e energia sendo consumida sem ninguém saber onde.
Do lado industrial isso significa painel de comando desenhado para o processo, acionamento correto para cada motor, proteção que atua antes do dano e controle que permite ajustar a operação em vez de operar sempre no máximo. Do lado predial, significa iluminação, climatização e bombeamento funcionando conforme a ocupação real do prédio, e não das sete da manhã às dez da noite porque foi assim que alguém deixou.
Em comum aos dois: nada disso se decide sem medir antes. Projeto de automação que começa pela escolha do equipamento entrega o equipamento, não o resultado.
Segurança entra no mesmo projeto
Comando de máquina não se projeta separado da segurança de quem opera. Parada de emergência, proteção de acesso, travas e sinalização fazem parte do mesmo desenho, e ignorar isso cria passivo que aparece na primeira fiscalização ou, pior, no primeiro acidente.